Estudo de caso E-prowork | O tempo da liderança e a utilização da mão de obra na manutenção
Cubatão (SP) · Indústria de fertilizantes e mineração

Supervisão.
Na unidade CUB3, acompanhamos 13 jornadas: nove de supervisores e quatro de técnicos de operações, totalizando 104 horas. Entre os supervisores de produção e logística, as atividades burocráticas ocuparam 49% do tempo observado. Os deslocamentos consumiram 19%; a supervisão, 16%; e o treinamento das equipes, 1%. Predominavam as trocas de informações e o acompanhamento de serviços, com pouco tempo para orientar operadores e corrigir desvios.

Manutenção.
Nas três unidades, acompanhamos 29 situações de trabalho em quatro especialidades, somando 433,8 horas de mão de obra. A execução direta ocupou 20% do tempo; atividades suplementares, como preparação e segurança, 31%. O estudo classificou 49% como improdutivo.

Desse último grupo, 28% corresponderam à disponibilidade sem serviço programado; 24%, à espera por outra especialidade; 19%, pelo bloqueio do equipamento; e 12%, por materiais ou ferramentas. A prontidão para emergências pode ser necessária. Já a espera por uma peça num serviço programado indica uma falha de preparação.

Prioridades.
O diagnóstico recomendou rever reuniões e relatórios para liberar tempo de supervisão em campo. Na manutenção, a prioridade foi confirmar materiais, ferramentas, sequência entre especialidades e bloqueio seguro antes de mobilizar as equipes.

Principal aprendizado:
Antes de redimensionar o quadro, identifique o que impede os profissionais disponíveis de executar o serviço programado.

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O tempo da liderança e a utilização da mão de obra na manutenção

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