RADAR DE GESTÃO | 06/10/2026
Três números ajudam a entender movimentos recentes da economia operacional brasileira:
49,2 pontos — o setor de serviços voltou a registrar retração em setembro.
R$ 7,4 bilhões — faturamento conjunto das 541 empresas instaladas no Porto Digital.
86,4 milhões de toneladas/ano — nova capacidade brasileira de processamento de soja, após crescimento de 13,1%.
À primeira vista, são movimentos independentes.
Mas existe uma questão de gestão conectando os três:
como ajustar capacidade, processos e pessoas ao ritmo real da demanda?
Nos serviços, a queda dos pedidos expõe estruturas pouco produtivas.
Na tecnologia, crescimento sustentável depende da integração entre talentos, conhecimento e mercado.
Na agroindústria, bilhões em novos investimentos precisarão ser convertidos em utilização, rendimento e confiabilidade.
Por isso, antes de reduzir indiscriminadamente ou ampliar novos recursos, considero importante avaliar:
Qual é a capacidade real da operação?
Onde estão as perdas de tempo e produtividade?
Os processos estão integrados?
A liderança consegue agir rapidamente sobre os desvios?
Capacidade instalada cria potencial.
Processos, Pessoas e Gestão transformam esse potencial em resultado.
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